New Year Transformations

Wilson Leonel Painting 149

Wilson leonel via Compfight

     Guest Blogger: 6th Grade Rafael

      This Year, something changed:

  • I’ m  already able to help my Mother a bit more:
  1. By going shopping with her;
  2. By going out to fetch bread for my brother.
  • I manage to deal with others in a more inspiring way and I study better: 
  1. I Concentrate more deeply;
  2. I take small breaks; each twenty minutes, I stop for a five minutes halt;   
  3. I write in my personal notebook which imitates a “Lego”.
  • I also feel that I have discovered something more about knowing how to give:
  1. Not  only when someone at School doesn’t bring a snack;
  2. But also to help people  who are in need, offering goods.
  • I went to Ajuda, with my Sister, to live an experience of Beauty: I built my sister’s foot with two pounds of clay!

Rafael Cy, 6C

Peace In Nature



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Imagem: Photo by Aaron Burden on Unsplash  

     Guest Bloggers: 7th grades write “at two hands”: 

    Peace is a moment of tranquillity that allows you to reflect upon life and to consider what you have done wrongly or wisely.

     It’s like being in a forest under the moonshine, enjoying good company, silence, and feeling everything around you.

     To feel this ambiance, those smells, that buzz from the bees … in a wonderful landscape.

     Something beautiful, refreshing and quiet like the salty mist, the ocean smell and its incessant movement.

     To plunge into the sea and this being so refreshing, as if you and the sea were just one: this is Peace.

     An eagle that cuts the wind with its awesome wings wide open, flying over the glacier of a magnificent mountain. 

     Me, surrounded by animals, sitting by their little house, building a tiny wood house for another being.

    So much Peace inside you, everything around you is full of quietness and wonder.

    Nature talks to you with silence and with the breeze in the forest, going through drew drops on the verdant leaves.

(Text written “at two hands”according to the bookQuero ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra)

Alexandre T and André R, 7A

A Hymn to Joy

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   Photo by Robert Collins on Unsplash

Fifth Grade Guest Bloggers:  Text at Three Hands

    As a seed germinates and becomes a flower, hope springs and easily rejoices our heart, as, such as a seed, Joy needs to be cared until it grows and becomes greater than the sum of its parts.

    On Christmas Day, we just awake and happiness comes in:  we look at the day, we find ourselves in Joy. Christmas is a Family moment, everyone is happy from his heart and, with passion, we receive and give presents – we feel gratitude.

    When we rejoice, it’s something extraordinary: in love, there is such Joy that we can’t stop smiling.

    True friends are always at our side, when we need them and even without being called: they play with us, they are like brothers for ever and they never will leave us.

   If Joy was an animal, it would be a little rabbit, running in its freedom, passion and unending emotion.

    The Joy of the Family is such a tender thing we can’t even explain it, for there is so much love flowing that, if we try to count it, it reveals to be infinite.

    The dove of Joy flying and spreading through our souls: we jump, play and sing rejoicing for loving others and for being loved.

    There may be no end to Joy: at its best, it unfolds as love towards friends and family; to be good, to get along with people and a total well-being with friends.

    Joy: an open heart to help who needs us most.

    As a torrent pouring over us, Joy is able to keep growing, without boundaries.

    Free, singing over me, the rain of Joy!

 

Mariana L.,  Matilde Cons. e Joana Cb.

5th A

Translated from the Portuguese by Ines 

Life, a Smile, a Limpid Gaze

http://cultureuniversity.com

   Iimage: cultureuniversity.com

      Life  – the first Value – is not a subject that we could write about in a couple of lines; it’s rather a mystery that we can feel.

     Life, multiplied in laughter, keeps jumping, in a vertiginous cascade, through the rocks of Time. We know that suffering is able to bend our hearts, but Life, in itself, is an impetus of uncontained Joy, a foaming enthusiasm that springs from the source.

   Smiling is among the best treasures in Life: with just a Smile we may do a thousand wonders: we may make someone sad to recover contentment again; our Smile is like a wind gust  carrying joy to all those who are capable of capturing it.

   The wonder of a Smile is a quick scintillation of infinity darting out, between two friends, an invincible pact: they will be faithful, they promise mutual support, they trust each other without boundaries. 

     A limpid Gaze is a feeling that don’t allow us to refrain: we have to reveal in refreshing candour, it’s like a river ever flowing.

     A limpid Gaze is an arrow strung in the arch, ready to fly in a straight line: the thoughts are firm,  endorsed by clear words that let the meaning run freely to its end; there is no treason on the lands of Loyalty. 

 Written at “Two Hands”: Federica V, 7th grader and Ines

A FOLHA

A folha.

Num dia de Março, cheio de sol, um grande e velho carvalho começou de novo a ter folhas. Todas as folhas nasceram lisas, brilhantes e saudáveis, mas de repente ,nasce outra folha que era desconjuntada ,faltando-lhe uma parte do limbo .
Passaram muitas Primaveras, muitos Outonos, Verões e Invernos e todos os anos que passavam a folhinha se sentia mais triste, pois todas as pequenas folhas da sua idade lhe chamavam deficiente. Mas ela apesar disso, ela gostava das outras folhinhas porque achava que elas não faziam por mal …
Mas os anos passavam e , em todos estes anos ,a pequena folhinha se amargava mais na sua solidão . Um dia farta, da quilo ,a folhinha foi pedir para brincar com as outras mas elas disseram que não ,mas depois juntaram-se e disseram :
– Podes vir:
Mal a pequena e ingénua folha sabia o que a esperava. As outras começaram a pregar-lhe rasteiras e a empurrá-la e depois disseram:
«-Vai-te embora, desconjuntada! Vai-te embora! Vai brincar com as que são iguais a ti» .
Então a folhinha correu, chorou, soluçou e resmungou com tudo e todos. Ela pensava porque é que não sou normal?
Um dia encontrou um sábio que lhe perguntou:
-O que foi, pequenota? – Ela ficou aborrecida com o tratamento e disse:
«-Eu já sou grande »
«-Então, pronto, diz lá, grandota !»
Ela começou num pranto. E disse.
-Eu não tenho amigos! As outras folhas gozam comigo porque sou feia.
-Então o velho sábio disse : – Minha folhinha grandota, não lhes podes ligar! Nem queiras saber quantas pequenas folhas já vieram ter comigo a dizer que tinham o mesmo problema que tu . E a todas eu dei a mesma resposta :«não lhes ligues elas não merecem !» . Todas, hoje, são com filhos e tudo e as que gozavam com elas estão desfeitas a lavar ramos da árvore. E digo-te mais:
Tu não vais ser excepção, vais ser uma grande folha .
Obrigado muitíssimo obrigado!
A folhinha foi-se embora e as outras foram ter com ela e começaram a troçar, a pequena folhinha lembrou-se do que o sábio lhe dissera e não fez caso.
Outros tantos anos se passaram e as palavras do sábio concretizaram-se e a folhinha, agora já mulher, tinha tirado o curso de gestora e as outras estavam a lavar escadas e a pedir-lhe emprego. E assim, a folha que nasceu desconjuntada se transformara numa grande mulher.

 

Textos da Carlota

 

A vida !

Sei que já alguém algum destes dias perguntou: “Quem me garante que vou viver o dia de amanhã?” – ou então disse: “Vive este dia como se fosse o último”
Mas ao contrário do que as pessoas possam pensar depois do que eu disse agora, o meu objectivo não é roubar estas frases pré feitas que alguém disse, porque achou engraçado, e pensou que seria fácil pôr em prática estas frases filosóficas.
Mas enganou-se, e alguém me pode explicar como é que, com as preocupações e problemas que nós temos, conseguimos viver sem pensar no dia de amanhã e nas preocupações que ele nos vai trazer?
Mas concordo com a frase “Quem me garante que vou viver o dia de amanhã ?”, porque nem Deus nem ninguém me pode dizer se, quando amanhã for para a escola, não vou ser atropelada. E ao concordar com esta frase tenho que dizer que cada dia é uma incerteza, uma dádiva e também se pode dizer que, se concordo com esta frase, tenho obrigatoriamente de concordar com “Vive cada dia como se fosse o último”. Eu não digo para se fazer tudo na vida em função deste lema, mas podemos, em cada dia, viver uma parte como se aquele fosse o último momento; assim, quando chegarmos ao final da vida, podemos dizer, se o conseguirmos dizer, que vivemos a vida como se fosse a última, e isto temos a certeza que é verdade.
Na vida há poucas coisas sólidas como a verdade e isto acontece porque há poucas verdades.
Visto que este texto é baseado em frases pré feitas por umas pessoas quaisquer, decidi acabá-lo com uma frase pré- feita que eu escolhi como sendo a minha preferida; e ela é : “Só sei que nada sei “; eu escolhi-a porque é verdade: neste mundo, a única coisa que sei é que irei sempre amar quem me ama e, por isso, obrigado por me amarem neste dia que não sei se vai ser o último.

Carlota Casqueiro